domingo, 8 de agosto de 2010

Final do capítulo 6


“Nossa como é chato narrar o que você faz” pensei.
Dormi.

Jake estava correndo comigo - na verdade atrás de mim - na campina em que ele me mostrou.
- Eu vou te pegar menina! - ele disse atrás de mim.
- Vai não titio!
- Ah! Não me chama de titio! Olha que eu viro um animal ein! - disse ele zombando.
- TITIO! TITIO! TITIO! - comecei a cantarolar.
- Ah! Você provocou! - ele disse e depois ouvi som de tecidos rasgando.
- Ah! O lobo vai me pegar! - falei com uma voz de medo fingida.
Ouvi um rugido e passos mais altos. Percebi que era Jake correndo quando tudo fica preto, não sentia nada. Não via, não sentia o cheiro do campo, não tinha tato, nem mesmo o paladar e não ouvia mais o meu Jake correndo.
De repente eu voltei a sentir, ouvir, ver, cheirar e “sentir o gosto”. Estava de cara no chão.
- Cadê o Jake? – me assustei em olhar em volta e não velo – JAKE! JAKE!
Gritei seu nome mais mesmo assim ele não respondeu.
- Já sei! – falei para mim mesma.
Comecei a pensar no Jake para ler os pensamentos dele e ver onde ele estava. E nada.
“Será que eu não sei mais ler?”
Comecei, então, a pensar no tio Emm para ver se eu sabia ler mentes ainda.
“É ontem com a Rose foi bom... O jeito que ela diz o meu nome...”
- É... – balancei a cabeça para tirar esses pensamentos.
De novo me veio a falta dos sentidos (n/F: HI FIVE!), mais dessa vez foi mais longo – eu acho -.
- Ai isso tá acabando comigo. – disse quando voltaram os meus sentidos e me encontrei – de novo – no chão.
Assim que levantei vi um papel no chão, uma carta. Abaixei-me e a peguei. Abri-la para ler.
Renesmee:
Aqui quem escreve é Ao, para
te dizer más notícias.
Você foi uma má garota! Agora
pagou.
Vá agora para sua casa. E se
quiser saber do seu lobo, ele esta lá
também.
Abraços Aro.
Assim que eu li essa carta corri para minha casa e vi o que eu não queria ver.
- NÃO! – corri para meu lobo Jake que estava todo ensanguentado jogado na sala.
- Nes... sie... o veneno dos..... vam... piros está fazendo... efeito... e eu vou morrer... eu só quero que saiba que eu... te... – ele fechou os olhos.
- NÃO! JAKE NÃO! JAKE ME RESPONDA! JAKE! – lagrimas começaram a cair dos meus olhos. O meu Jake não poderia ter morrido – MEUS PAIS!
Lembrei deles e fui em direção ao seu quarto.
Lá estavam eles e todos os da minha família. Carlisle foi o que menos judiaram, só estava sem cabeça. Meu pai e minha mãe eles separam brutalmente, os dois estavam sem todos os membros. Meus tios e Esme estavam sem um braço e a cabeça.
- Eles se regeneram! – lembrei, mais a única coisa que eles não resistiriam seria fogo.
Neste momento a casa começou a pegar fogo. Fui em direção e ainda deu tempo de ver as caras dos piores vampiros do mundo.
Aro, Caius e Marcus.

Acordei chorando muito. Não gostei de ver todos que eu amo mortos, ainda mais mortos pelos Volturi.
Nem tinha percebido os braços gelados que me seguravam para eu não cair. Meu pai nunca me abandonou em uma hora assim.
- Calma filha. Eu estou aqui.
Minha mãe veio até nós e nos abraçou.
- Razões da minha existência. – ela deu um beijo na minha testa e um selinho do meu pai.
- Posso dizer o mesmo. – respondeu meu pai, e fez o mesmo que minha mãe.
Depois de um tempo nos abraçando eu perguntei ao meu pai:
- Pai isso vai acontecer? Você disse que sempre meus sonhos têm uma chance enorme de acontecer.
- Filha... Isso pode acontecer, mas os Volturi não planejaram vir... – neste momento ele deu um pulo e ficou totalmente parado.
- Amor você está bem? – minha mãe deu um pulo e paro ao seu lado abraçando-o.
- O-os Volturi decidiram... A A-alice acabou d-de ver...
- Não pode ser... – disse minha mãe em um fio de voz, que quase eu não pude ouvir.
- Sim... Daqui a quatro meses.
- É melhor eu avisar a alcatéia, já que o Jake está envolvido. – disse secando as lagrimas.
- O.K., mais toma cuidado Nessie. – disse mamãe me dando m beijo na bochecha.
- O.K.
Eles saíram do meu e eu me arrumei. (Roupa)
Fui até a casa do meu avô e não me importei em dar bom dia, boa tarde ou boa noite. Fui até a garagem e peguei minha moto.  Coloquei a chave na ignição e pisei fundo no acelerador.
(moto da nessie Obs.: SEM A MULHER >:[ )
Amo velocidade, então a moto já estava a 150 por hora, e por isso – mais rápido ainda - cheguei rápido para La Push.
Quanto cheguei a frente à oficina dei uma virada na moto que ela derrapou e parou de lado e eu em pé. (n/A: tipo a parada do Jake quando ele vai ‘salvar’ a Bella, porque ela bateu a cabeça, OU SEJA no lua nova)
- Uou! Parada legal Nessie!
- Valeu Collin! Cadê o Jake?
- Na casa do Sam, com o Liipe, o João e o Lucas. Ah! E óbvio a Emily.
- Huas. O.K., valeu. Ah depois eu te ensino a parada! Tchau!
- Tchau Ness!
Peguei minha moto e fui para a casa de Sam a 100 por hora, nem precisa  falar que foi em 2 minutos que cheguei lá né? Bom.
Dei a mesma parada lá também.
- UOU! Que parada maneira Nessie! – disse o Felipe - Me ensina?
- Depois Fê!
- Eu não sou a Fernanda!
- Mas seu nome começa com Fe também.
- Verdade verdadeira.
- Haushaushauhsuasuahsu! – comecei a rir.
- Oi Nessie! – disse Emily assim que entrei.
- Oi Emily! – dei um abraço nela – Eu me esqueci de perguntar... Quanto tempo? – apontei para sua barriga.
- Quatro meses.
“Ainda bem!” Pensei. “Esperai! Se o bebê da Emily nascer com 8 meses ele pode estar em risco!”
Minha briguinha interna me deixou olhando para a barriga da Emily por alguns  segundos, mas acho que ninguém percebeu.
- O parto ta previsto pra quando?
- Para 9 meses.
- Ótimo! Assim ele vai ser mais forte dos que os irmãos! – disse passando a mão na barriga de Emily.
- Ei! – ouvi o coro dos 3 irmãos.
- Huahsuashuahs! – ri, mas logo mudei o meu humor porque senti o cheiro do meu Jake no ambiente.
Virei para ele e perguntei – séria -:
- Jake posso falar com você?
- Claro Ness! – disse ele com um sorriso de deixar minhas pernas bambas.
Fomos para fora e comecei:
- Eu sei que isso não vai deixar você feliz, mas como você esta no meio...
- O que foi Ness... – disse ele chegando mais perto de mim e passando a mão em meu rosto.
- Bem... Eu não sei como te falar...
- Falando é a melhor opção. – só o Jake pra fazer piadinhas em um momento de tensão.
- Tá eu vou começar. – peguei ar e falei – Os Volturi vão chegar daqui a 4 meses.

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