PDV Nessie
Minha melhor amiga está no hospital, minha amiga está grávida, o meu amigo vai ser pai, meu melhor amiga de infância está sofrendo pela namorada no hospital, meu melhor amigo do colégio está gostando de mim – ou aparenta -, minha amiga sumiu e o primo dela não me conta dela onde ela está, os meus inimigos vão chegar a torno de 10 dias, a imagem de meu amor fechando os olhos me assombra e eu ainda não contei aos quileutes sobre o meu outro poder.
Traduzindo:
Fê está no hospital, Júlia está grávida, Rafael vai ser pai, Lucas está sofrendo pela Fê, o Paulo aparenta gostar de mim, a Lili sumiu e o Paulo se recusa a falar sobre o assunto, os Volturi estão vindo para cá, a imagem de meu Jake fechando os olhos me assombra e eu ainda não contei aos lobos sobre o meu novo poder.
Ouvi um barulho de movimento.
- Não! Tubos intravenosos não! – falou Fê. – Ai tira!
- Huas! – ri. – Medo de lobisomem você não tem né, mas de um tubo que não faz nada tem medo?
- Oi Nessie! – ela disse. – O que aconteceu comigo?
Pela mudança de sua feição, - feliz para sério – percebi que ela não falou sobre o acontecimento de verdade, e sim falou pelo acontecimento que teríamos que contar a pessoas da nossa escola.
- Você estava passeando na floresta de La Push, quando um bicho atacou sua perna e você desmaiou, mas um amigo estava com você.
- O.K.
Nesse momento meu vô entrou.
- Vejo que a Fernanda acordou!
- É! Eu acordei! Agora dá pra tirar os tubos de mim? (n/F: [:D])
- Ainda não querida, mas você já vai poder ser liberada, porque a perfuração do animal não foi tão grave assim. – disse meu avô irônico na palavra animal.
- Ai que bom! – ela comemorou.
- Fê porque você tem medo de tubos?
- É trauma! (n/f: u.ú)
- Ah! Fernanda seu pai está com uma pequena aqui e quer vir te ver. Posso chamá-los?
- Claro! Chama à pequena – disse ela segurando o riso. – e o meu pai, por favor.
- O.K., vou chamá-los e depois continuo os exames.
- O.K. – ela gemeu.
- Fernanda quem é essa pequena?
- Você nem devia saber. – ela sussurrou. – É minha irmã. MAIS NÃO CONTA PARA NINGUÉM!
- O.K. – disse levantando as mãos como se estivesse detida.
Apareceu uma menina de quatro anos na porta. Ela era loira de olhos azuis, mas tinha as feições da Fernanda.
- Mã... – ela me viu. – Fernandaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! – ela gritou e foi até a Fê.
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