sábado, 21 de agosto de 2010

Continuação .-.


- Mã... – ela me viu. – Fernandaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! – ela gritou e foi até a Fê.
Eu já vi essa mancada de “mã....” em algum lugar...
- Mana! – disse Fernanda tentando abraçá-la sem sucesso por causa dos fios. – Quando tirarem esses troços de mim, e eu voltar para casa, eu vou fazer aquele chocolate que eu prometi! – ela deu-lhe um beijo em sua testa.
- Quem é ela? – a menina apontou timidamente para mim.
- Eu sou a Nessie, amiga da Fê.
- É? Fê é a primeira amiga sua que eu conheço! – ela deu um beijo na bochecha da Fê. – Meu nome é Elizabeth, mas me chame de Lizy pelo amor do Buda! – ri com o jeito que Elizabeth falava, era igual ao da Fê.
- Elizabeth, é um bonito nome Lizy. O meu é mais comprido.
- Nessie é mais comprido do que Elizabeth? – perguntou Lizy fazendo cara de espanto. Agora eu sei por que a Fê faz tanta palhaçada.
- Huas! Na verdade meu nome é Renesmee.
- Renesmee? Que nome lindo!

~~~~~~ 5 dias depois ~~~~~~

- Ai! Ai! Ai quando dói! AI! – disse Fernanda andando e fazendo caretas.
- O meu pai disse pra você ficar em casa.
- Tá, mas isso é injustiça! O Real só rasgou um pouco minhas pernas. E eu to ótima! – ela deu mais um passou. – Ai!
- Esse ai não comprova sua declaração! – gargalhei. E ela fez uma cara estranha: >.<
Lucas veio andando e pulou no nosso lado. (n/f: tipo quando eu pulo no lado das minhas amigas [:D])
- Amor! – ele a beijou. – Nessie! – bagunçou meus cabelos. ¬¬’
- Amor! – ela deu um passo. – Ain!
- Huashuashuashuashuashuashushus- eu ria.
- Eu ainda mato o surfista!
- Mata não! - >.< - Eu tenho quase certeza que você agiria assim também.
- Am... Bom... – ele pensou e abaixou a cabeça.
- Viu! Não precisa ficar assim. – ela andou até ele fazendo caretas até que ele deu um passo grande e ficou em sua frente. – Valeu. – ela deu-lhe um beijo apaixonado.
- Ain! Eu não vou ficar aqui segurando vela. Vou é procurar meu lindo!
- Huas! – riu Fê abraçada no Lucas.
- Beijos!
Sai andando até ver o Jake sentado em uma cadeira do refeitório, mas não era a normal que agente sentava e sim uma diferente e afastada de onde nós sentávamos – leia-se do outro lado do refeitório -.
“Será que consigo ler a mente de Jake?” perguntei-me. “Vamos tentar.”
Comecei a olhar para o Jake sem piscar, ainda bem que ninguém estava olhando para mim.
“- Pare. Não precisa dizer mais nada. Eu entendo. – disse.
Fiquei em silêncio por um momento, fitando o chão. E de repente ergui a cabeça.
- Bom, você não é a única capaz de sacrifício pessoal. – disse com uma voz mais forte. – Quando um não quer, dois não brigam.
- Como é? – perguntou Bella.
- Andei me comportando muito mal. Eu tornei isso muito mais difícil para você do que pensava. Podia ter desistido com elegância no início. Mas também a magoei.
- A culpa foi minha.
- Não vou deixar que assuma toda a culpa nisso, Bella. Nem toda a glória. Sei como me redimir.
- Do que você está falando? – Bella perguntou, e parecia assustada.
Olhei o sol e sorriu para ela.
- Há uma luta muito séria estourando por lá. Não acho que será difícil sair de cena.
- Ah, não, Jake! Não, não, não, não, não. – ela disse sufocada. – Não, Jake, por favor, não. – os seus joelhos começaram a ceder.
- Qual é a diferença, Bella? Isso só tornará tudo mais conveniente para todos. Você não precisa fazer nada.
- Não! – a voz dela ficou mais alta. - Não Jacob! Não vou deixar que faça isso!
- Como pode me impedir? – zombei de leve, sorrindo para que a minha voz ficasse menos incisiva.
- Jacob, estou implorando. Fique comigo.
- Por quinze minutos enquanto perco uma boa briga? Para você poder fugir de mim assim que achar que estou seguro de novo? Deve estar brincando.
- Não vou fugir. Eu mudei de ideia. Vamos encontrar um jeito, Jacob. Sempre há uma forma de conciliação. Não vá!
- Está mentindo.
- Não estou. Você sabe como eu minto mal. Olhe em meus olhos. Eu vou ficar, se você fizer o mesmo.
Meu rosto endureceu.
- E eu posso ser seu padrinho de casamento?
Ela precisou de um tempo para falar, e a única coisa que saiu foi “Por favor”.
- Foi o que eu pensei. – disse me acalmando de novo, mas acho que meus olhos não transmitiram o mesmo.
- Eu te amo, Bella. – murmurei.
- Eu te amo, Jacob. – sussurrou-a, com cortes na voz.
Sorri.
- Sei disso melhor do que você.
Me virei para me afastar.
- Qualquer coisa. – gritou em uma voz estrangulada. O que você quiser, Jacob. Mas não faça isso!
Parei, me virando de vagar.
- Você não falou com sinceridade. – respondi.
- Fique. – implorou.
Sacudi a cabeça.
- Não, eu vou. – parei, tomei uma decisão. – Mas posso deixar por conta do destino.
- O que quer dizer? – disse sufocada.
- Não preciso fazer nada deliberadamente... Posso só fazer o melhor por meu grupo, e o que tiver será. – dei de ombros. – Se você conseguisse me convencer de que quer mesmo que eu volte... Mais do que quer fazer o que achar certo.
- Como?
- Pode me pedir. – sugeri.
- Volte. – sussurrou-a.
Sacudi a cabeça, sorrindo de novo.
- Não era disso que eu estava falando.
- Pode me beijar, Jacob?
Meus olhos se arregalaram com a surpresa, depois se estrearam. Não sabia se ela estava falando sério.
- Está blefando.
- Beije-me, Jacob. Beije-me e depois volte.
Hesitei na sombra, lutando comigo mesmo. Meio que me virei para o oeste, o meu torço se afastando dela enquanto os meus pés continuavam plantados no chão. Ainda olhando-a a distância, dei um passo inseguro em sua direção, depois outro. Girei o rosto para olhá-la, meus olhos em dúvida.
Ela me fitou. Com uma expressão estranha, não sabia descrevê-la.
Balancei-me nos calcanhares, depois me lancei para frente, diminuindo a distância entre nós em três longas passadas.
Eu tiraria proveito daquela situação, e Bella parecia estar a par desta informação. Ela ficou completamente imóvel - os olhos fechados, os dedos enrolados nos punhos ao lado do corpo – enquanto minhas mãos pegavam seu rosto e meus lábios entravam os delas com uma ansiedade que não distava muito de violência.
Senti raiva quanto a minha boca descobria a resistência passiva de Bella. Uma das minhas mãos passaram em sua nuca, girando em punho em torno das raízes de seu cabelo. A outra  agarrou rudemente o seu ombro, sacudindo-a, depois arrastando-a ao meu encontro. Minha mão continuava em seu braço, encontrando seu pulso puxando o seu braço para cima, colocando-o em meu pescoço. Ela deixou a mão em punho ainda ali.
Assim que tive certeza que ela não me largaria, soltei seu pulso, indo a caminho de sua cintura. Minha mão encontrou sua pele, e a puxou contra mim.”
Parei de ler sua mente com lágrimas brotando em meus olhos. Voltei a ler porque queria saber se já tinha parado de pensar em minha MÃE.
Agora seus lábios se moviam conforme os meus. Ela parecia estar gostando.
Os dedos dela se agarraram mais em meu cabelo e me puxou para mais perto.”
Aquilo era demais para mim. Fui andando e o sinal tocou.
Fui até a sala de meu pai e minha mãe - que graças a Deus – nesse tempo era a mesma.
 Bati na porta e ter abri.
- Com licença, professora Walquiria, mas o diretor quer falar com o Edward Cullen e a Bella Swan.
- Então porque ele não veio pessoalmente?
- Porque eu estava passando e indo a minha sala que é no caminho a do meu irmão e da Srta. Swan.
- O.K., Senhor Cullen e Senhorita Swan podem ir, mas voltem.
- Com certeza senhora. Não perderia por nada o conhecimento histórico de nosso país. – respondeu-lhe papai.
Andamos até um lugar onde ninguém nos veria.
- Porque nos chamou filha?
- Por isso mamãe. – coloquei a mão em seu rosto e mostrei o que Jake estava pensando na hora que li sua mente.
Meu pai tremeu ali do meu lado. Minha mãe estava pasma.
- Viu! - comecei a chorar. – Ele não esqueceu minha mãe.
Deitei no colo de meu pai e chorei mais.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Nessie e Jake Dormindo


São eles lindos Juntos não? Vamos Contar uma história deles Nesta imagem :

Jake e conversand Estavam Ness, em OEA Nessie Vez de Falar estava conpartilhando OS SEUS Pensamentos com o Jake . Com que então Acabou uma Nessie Mostrando SEUS Sonhos Para ele OS dormiram Dois .
A Mão de Parou Jake acidentalmente em Seu abdômen , OS Estavam naum Dois de Mãos Dadas não! kk '
Beeijooos ^ ^ '
Essa imagem Não TEM COM nada Haver uma FIC , tão Queria postar PORQUE O desenho achei lindo , e Não Queria Perder uma Oportunidade de compartilhar com vocês leitores Meus queridos . SE né Algum Tenho ? !

domingo, 15 de agosto de 2010

Recado 2 ^^'

MEUS LINDOS QUE LEEM MINHA FIC EU
ESCREVO MUIIIITO AOS POUCO OKAAY?? ^^'
ENTAAUM AINDA TEM MAIS. O QUE SIGINIFICA 
QUE EU NÃO PASSEI PARA O PC OU QUE EU AINDA 
NÃO ESCREVI NO CASO EU NÃO PASSEI PRO PC 
ENTAUM ESPEREM E VERÃO MAIS!! BEEIJOOS DA 
QUERIDA OU NÃO ATORA DE VCS!

caso queram comentar algo me mandem um e-mail fefeperez@gmail.com . beeijooos (again :P) 

obs.: mandem com esse assinto: FIC LUA CHEIA COMENTÁRIOS ou FIC LUA CHEIA RECLAMAÇÕES 

Continuação 2 do Cap. 7


PDV Nessie

Minha melhor amiga está no hospital, minha amiga está grávida, o meu amigo vai ser pai, meu melhor amiga de infância está sofrendo pela namorada no hospital, meu melhor amigo do colégio está gostando de mim – ou aparenta -, minha amiga sumiu e o primo dela não me conta dela onde ela está, os meus inimigos vão chegar a torno de 10 dias, a imagem de meu amor fechando os olhos me assombra e eu ainda não contei aos quileutes sobre o meu outro poder.
Traduzindo:
Fê está no hospital, Júlia está grávida, Rafael vai ser pai, Lucas está sofrendo pela Fê, o Paulo aparenta gostar de mim, a Lili sumiu e o Paulo se recusa a falar sobre o assunto, os Volturi estão vindo para cá, a imagem de meu Jake fechando os olhos me assombra e eu ainda não contei aos lobos sobre o meu novo poder.
Ouvi um barulho de movimento.
- Não! Tubos intravenosos não! – falou Fê. – Ai tira!
- Huas! – ri. – Medo de lobisomem você não tem né, mas de um tubo que não faz nada tem medo?
- Oi Nessie! – ela disse. – O que aconteceu comigo?
Pela mudança de sua feição, - feliz para sério – percebi que ela não falou sobre o acontecimento de verdade, e sim falou pelo acontecimento que teríamos que contar a pessoas da nossa escola.
- Você estava passeando na floresta de La Push, quando um bicho atacou sua perna e você desmaiou, mas um amigo estava com você.
- O.K.
Nesse momento meu vô entrou.
- Vejo que a Fernanda acordou!
- É! Eu acordei! Agora dá pra tirar os tubos de mim? (n/F: [:D])
- Ainda não querida, mas você já vai poder ser liberada, porque a perfuração do animal não foi tão grave assim. – disse meu avô irônico na palavra animal.
- Ai que bom! – ela comemorou.
- Fê porque você tem medo de tubos?
- É trauma! (n/f: u.ú)
- Ah! Fernanda seu pai está com uma pequena aqui e quer vir te ver. Posso chamá-los?
- Claro! Chama à pequena – disse ela segurando o riso. – e o meu pai, por favor.
- O.K., vou chamá-los e depois continuo os exames.
- O.K. – ela gemeu.
- Fernanda quem é essa pequena?
- Você nem devia saber. – ela sussurrou. – É minha irmã. MAIS NÃO CONTA PARA NINGUÉM!
- O.K. – disse levantando as mãos como se estivesse detida.
Apareceu uma menina de quatro anos na porta. Ela era loira de olhos azuis, mas tinha as feições da Fernanda.
- Mã... – ela me viu. – Fernandaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! – ela gritou e foi até a Fê.

domingo, 8 de agosto de 2010

Continuação do cap 7


No caminho para La Push pensei em Elizabeth. Minha linda Elizabeth. O seu sorriso me deixa tão feliz. Mesmo sendo fruto de algo não feliz, ela é tão linda!
Sem perceber cheguei até a oficina de Jake, talvez ele tivesse lá.
Entrei e dei de cara com o Collin.
- Oi Fê! E ai?
- Tudo bem Collin! O chefe tá ai? Huas.
- Não. Ta na casa dele dormindo.
- Huashuashauhsauh. Vou lá acorda-lo. Beijos!
- Tchau!
Andei até a casa de Jake e entrei.
- Jakeeeeeeee!
Ouvi um gemido vindo do quarto de Jake. Entrei lá e vi o Jake deitado de barriga para cima na cama minúscula dele - o pé dele tava para fora – e ainda com uma... hãn... vamos dizer excitação aparente. E nossa! Ele é grande!
-Huahsuahsauhsuashuhsaus! Jake! Ahushauhsauhsu!
- Mais alguns minutos... – ele disse e colocou o travesseiro em sua cara.
Fui até o seu rosto, tirei o travesseiro de sua cara e comecei a esfregar o seu cabelo.
- Não! Acorda menino! Eu preciso de seus serviços! Se bem que eu podia perguntar isso pro Collin – pensei -, mas prefiro o meu melhor amigo pra fazer isso.
- Mais minutos! – ele falou grogue.
Comecei a distribuir beijos em seu rosto. Quem nos visse agora pensaria que somos namorados, mas só somos amigos bem amiguentos. (n/F: [:p])
Jake finalmente abriu os olhos, e me olhou espantado.
- Não posso mais dar beijos no meu melhor amigo? – perguntei fingindo tristeza. Já disse que sou uma ótima atriz?
- Claro! Mas isso me deu um susto.
- E é jake... Eu acho melhor eu sair do quarto por causa... De... Hãn... – comecei a corar.
- De o que? – perguntou ele confuso.
Apontei para seu “Jake jr.” e sai do quarto.
Fui para a sala e fiquei sentada olhando para meus pés. Acho que Jake é o único que me conhece bem. Não tão bem. Aquele dia que eu e ele estávamos no carro dele deitados no banco de trás, eu contei ALGUNS segredos para ele, menos o da Elizabeth.
Minha Elizabeth apareceu pela segunda vez ao dia na minha cabeça. Comecei a pensar quando descobri que estava grávida. Eu não quis abortar. Era minha filha! Eu não podia fazer isso, mesmo ela sendo a cara do “Matt”.
Outra lágrima solitária escorreu pelo meu rosto e nessa hora senti dois barcos quentes me envolvendo e me apertando contra si.
- Calma Fê! Tudo vai dar certo! Me conta o que ouve.
- Er... Eu não posso... Mas eu vim aqui para te perguntar uma coisa...
- Pergunte. – disse ele radiante.
- Você sabe onde está o Rafael e o Lucas?
- O Rafael tá lutando com o Lucas... Nossa que infame.
- É! Huas! Me leva lá? Eu preciso falar com os dois.
- O.K., você sabe montar em um cavalo?
- Sei, por quê?
- Porque você vai montada em mim.
- A-ai Ja-ake.... fa-az isso não... – gaguejei.
- Ai vai! Vai ser legal! Não é você a durona do grupo?
- Eu cedo meu lugar para a Júlia! – sorri amarelo.
- A... Vai! Por favor! – a carinha do Jake era a carinha que um gato fez em um filme ai...
- Ta bom! - cedi.
- E! Vem!
Andamos até uma parte da floresta, e Jake foi atrás de uma arvore se transformar. Assim feito, ele veio em minha direção e eu vi um lobo lindo!
- Jake você é lindo! Em lobo... Mas eu prefiro o Lucas que é preto...
Ele ladrou uma risada e eu bati em sua cabeça.
- Respeito é bom e eu gosto. – ele apontou com sua cabeça o seu corpo – Tá vou subir.
Subi com uma leveza em seu corpo.
- Vai me leva lá! – ele começou a andar e eu segurei em seu pescoço.
- Já andei em cavalo mais rápido do que isso... E olha! Um caracol nos ultrapassou.
Ele rugiu e começou a correr.
- Isso é bom! – colei o meu rosto em seu pescoço para ele poder ir mais rápido.
Quando chegamos lá havia um lobo preto e um de uma cor que eu não sei e nem queria prestar atenção lá.
Jake parou e eu pulei dele. Os meninos/lobos me olharam assustada não sei por quê.
- Meninos e Jake, - os meninos riram e Jake rugiu – vocês poderiam mudar?
Os três foram para trás de uma árvore e voltaram para seus corpos. Assim que acabaram vieram na minha direção.
- Bom... Eu vou precisar de duas coisas de vocês. Primeiro eu preciso falar com o Lucas a sós e segunda, eu preciso falar com o Rafael a sós. – os dois me olharam com uma cara de “Que? Queijo!” e eu expliquei. – Bom... Lucas com você eu preciso falar sobre... hãn... Agente. E com o Rafael... Eu preciso dar uma notícia sobre a Ju.
- Ela ta bem? – o Rafael falou desesperado.
- Claro Real.
- Real?
- É! Tipo... Rafael, menos um A e o F é igual à Rael, então é só trocar o A e o E de lugar. – dei de ombros.
- Você ficou quanto tempo fazendo isso com meu nome? – perguntou ele.
- Eu tenho facilidade de inventar apelidos e bem... Eu preciso de códigos para conversar com minhas amigas – leia-se Júlia - por bilhetes, porque se o professor pegar e ler não vai saber de quem falo.
- Hãn...
- Eu vou falar com o Lucas primeiro O.K.?
- Tá. – responderam os três juntos.
O Lucas – lindo como sempre – veio em minha direção e nós sentamos no chão.
- Lucas... Eu queria te pedir desculpas por não acreditar em você quando disse que não tinha feito nada com a Nessie, e eu queria te pedir, óbvio se quiser, se você poderia voltar comigo?
- Ou seja... você esta pedindo perdão e quer que eu volte com você, entendi certo?
- Aham. – assenti.
- CLARO FERNANDA! – ele me levantou do chão e me beijou com ternura, um beijo de saudade.
Ele pediu passagem para sua língua e eu deixei. Nossas línguas estavam lutando, e estávamos explorando cada pedaço da boca um do outro. Paramos quando ficamos ofegantes.
- Fernanda Bullock, você é minha. Só minha! – ele me abraçou.
- Lucas Uley, você é meu. Só meu! E da sua mãe claro... – ele riu e me apertou contra seu abdômen sarado, que estava descoberto... e eu estava com minha mão ali...
- Lucas agora eu preciso falar com o Rafael O.K.?
- Tá. Pede para ele te levar na minha casa depois tá?
- Tá! – demos um selinho e ele se foi.
O Rafael entrou na campina e eu pedi para ele sentar.
- Rafael, este assunto que eu vou falar é muito sério O.K.?
- O.K., mas me diz logo.
- A Júlia ta grávida! – disse.
 Ele começou a tremer e eu corri para longe, mas algo acertou minhas pernas e eu desmaiei.

Acordei com barulhos de maquinas de hospitais e com tubos intravenosos em mim.
- Não! Tubos intravenosos não! – disse – Ai tira!
- Huas! Medo de lobisomem você não tem né, mas de um tubo que não faz nada você tem medo? – ouvi a voz de Nessie.
- Oi Nessie! – falei feliz em ouvir sua voz. – O que aconteceu comigo?
Nessie entendeu que eu quis dizer à mentira que eu ia ter que contar.
- Você estava passeando na floresta de La Push, quando um bicho atacou sua perna e você desmaiou, mas um amigo estava com você.

7 - A caminho.


- Júlia você não tá bem faz tempo... O que será? – perguntou Fê.
- Sei lá... De repente alguma coisa que eu comi. – Ju deu de ombros.
- Tá a coisinha que você comeu vai te deixar ruim por um mês? (n/F: ¬¬’)
- É... não faz sentido... pode ser estresse...
- Tá e estresse vai te fazer vomitar e ficar tonta? (n/F: ¬¬’)
- Ai! Para de desconcordar com tudo! Então eu não sei o que é! Feliz?
- Ju... Você já transou com o Rafael?
- Hãnnn... bem... – ele corou e falou rápido mais eu entendi tudo – Simeujátranseicomele.
- Come ele? – disse Bia pasma.
- Não... – disse Fê – É ele que come. (n/f: u.ú)
- HEY! – disse, ou melhor, gritou a Júlia.
- Você usou proteção? – disse Fê ignorando o comentário da Ju.
- Claro que sim! Que idéia.
- Você já considerou que pode ter furado?
Ela não respondeu a pergunta de Fê e ficou paralisada.
- Júlia? - disse Fê passando a mão na frente dos seu olhos - Júúúúúúlia! O Real transou comigo ontem.
- O que? – ela entendeu o que a Fernanda disse e – O QUE?!
- Nada, eu só disse pra você acordar.
- Acho bom.
- Tá... Mas se você tiver grávida?
- Não! Ela não pode estar... Ela é nova! Ela só tem... 16 ANOS! – surtou Bia.
- Bia, eu sou sua melhor amiga, mas se você vai sustar... POR FAVOR, SAIA DAQUI! – Fernanda gritou a última parte, e Bia paralisou.
Eu nunca tinha visto a Fernanda tão séria.
Júlia paralisou de novo.
- PORRA JÚLIA DÁ PRA PARA PARAR DE PARALISAR?! EU TO TENTANDO TE AJUDAR! E SE VOCÊ ME CONHESSE SABE MUITO BEM QUE EU POSSO ME VIRAR AS COSTAS E IR EMBORA!- gritou Fernanda sem paciência.
- OH MEU DEUS! EU TO GRÁVIDA! - gritou Júlia.
Nem preciso falar que eu não falei merda nenhuma ne? Eu fiquei o tempo todo quieta.

PDV Extra – Fernanda.

- PORRA JÚLIA DÁ PRA PARA PARAR DE PARALISAR?! EU TO TENTANDO TE AJUDAR! E SE VOCÊ ME CONHESSE SABE MUITO BEM QUE EU POSSO ME VIRAR AS COSTAS E IR EMBORA! – gritei já sem paciência com a Júlia.
- OS MEU DEUS! EU TO GRÁVIDA! – gritou ela.
- Fernanda eu preciso falar com você! – disse Nessie pela primeira vez.
- Claro, fale.
- A sós. – ela me puxou para fora do quarto da Ju e fechou a porta.
- O que agente vai fazer?! O Rafael pode ficar... Sei lá e virar um lobo! O que vai acontecer?! Você sabe o que aconteceu com a mãe do Lucas! – Lucas... A Sra. Uley dele estava muito perto do Sr. Uley quando ele se transformou e levou uma patada.
- É... Eu conto pro Rafael. – disse. –Não tenho medo, deixa que eu conto.
- Fê... é arriscado!
- Não tem problema. Fala para a Júlia que eu fui contar. Eu sei que ela vai ficar brava, mas eu faço isso pelo segredo dos meninos... Depois o Rafael conta para ela.
- O.K. – ela beijou minha bochecha e entro no quarto de Ju.
Desci as escadas e a Tia Gló tava lá.
- Já vou Sra. Hernandez. – ela não sabia que eu a chamava de tia Gló, er.... Ninguém sabia.
- Eu já disse pra me chamar de Glória, mas já vai?
- É... eu preciso fazer uns deveres de casa, - o que era verdade, mas eu não ia fazer - eu já disse que não sou responsável igual a Júlia.
- Huas... O.K., mande um beijo para sua irmã!
- Não fala isso! Eu já disse que elas não sabem! E não quero que saibam!
- O.K., desculpe foi impulso, ela é tão fofa. Desculpe perguntar... mas porque você não quer que elas saibam?
- Bom... olha eu só vou contar isso para você, não conta nem pro seu marido! – ela ascentiu. – Ela é mais ou menos minha irmã. Ela é fruto de um estrupo que eu sofri quanto eu tinha 11, logo após de minha mestruação começar. – as lagrimas começaram a rolar pelo meu rosto e eu me lembrei do dia.

Flash Back On.

Eu estava brincando no parquinho do parque em Seatlle, quando um homem se aproximou.
- Oi menina, qual o seu nome?
- Fernanda O’Connel! E o seu? – disse me pegando impulso no balanço.
- Eu não sei meu nome. – disse o moço cabisbaixo.
- Tadinho! Eu vou te chamar de Matt pode ser?
- Claro! – ele disse mais feliz. – você quer um sorvete?
- Eu não posso... Meu pai diz que eu não posso sair daqui com um estranho Matt, e pra ele você é um estranho.
- Mas é rápido! É só ali naquela carrocinha! – ele apontou para a carrocinha da esquina do parquinho.
- Tá! Vamos! – eu parei o balanço e fui com ele.
No meio do caminho ele me puxou para longe.
- MATT! O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO?! ME LEVA DE VOLTA!
- Eu não conheço nenhum Matt menina! – disse ele rindo.
- SOCORRO! – comecei a gritar, mas só levei um tapa no rosto.
Como sabia que não poderia fazer nada, comecei a chorar.
Depois disso ele me levou até um lugar escondido do mundo e me forçou a fazer sexo com ele.

Flash Back Off.

Sequei minha lagrima solitária e a Tia Gló veio me abraçar.
- Não conte isso pra ninguém! Eu tive que fazer meu pai mudar de cidade, mudar o sobrenome por causa disso.
- O.K.! – nos despedimos e eu sai.



CONTINUAaaAAaaAA...... 
 

Final do capítulo 6


“Nossa como é chato narrar o que você faz” pensei.
Dormi.

Jake estava correndo comigo - na verdade atrás de mim - na campina em que ele me mostrou.
- Eu vou te pegar menina! - ele disse atrás de mim.
- Vai não titio!
- Ah! Não me chama de titio! Olha que eu viro um animal ein! - disse ele zombando.
- TITIO! TITIO! TITIO! - comecei a cantarolar.
- Ah! Você provocou! - ele disse e depois ouvi som de tecidos rasgando.
- Ah! O lobo vai me pegar! - falei com uma voz de medo fingida.
Ouvi um rugido e passos mais altos. Percebi que era Jake correndo quando tudo fica preto, não sentia nada. Não via, não sentia o cheiro do campo, não tinha tato, nem mesmo o paladar e não ouvia mais o meu Jake correndo.
De repente eu voltei a sentir, ouvir, ver, cheirar e “sentir o gosto”. Estava de cara no chão.
- Cadê o Jake? – me assustei em olhar em volta e não velo – JAKE! JAKE!
Gritei seu nome mais mesmo assim ele não respondeu.
- Já sei! – falei para mim mesma.
Comecei a pensar no Jake para ler os pensamentos dele e ver onde ele estava. E nada.
“Será que eu não sei mais ler?”
Comecei, então, a pensar no tio Emm para ver se eu sabia ler mentes ainda.
“É ontem com a Rose foi bom... O jeito que ela diz o meu nome...”
- É... – balancei a cabeça para tirar esses pensamentos.
De novo me veio a falta dos sentidos (n/F: HI FIVE!), mais dessa vez foi mais longo – eu acho -.
- Ai isso tá acabando comigo. – disse quando voltaram os meus sentidos e me encontrei – de novo – no chão.
Assim que levantei vi um papel no chão, uma carta. Abaixei-me e a peguei. Abri-la para ler.
Renesmee:
Aqui quem escreve é Ao, para
te dizer más notícias.
Você foi uma má garota! Agora
pagou.
Vá agora para sua casa. E se
quiser saber do seu lobo, ele esta lá
também.
Abraços Aro.
Assim que eu li essa carta corri para minha casa e vi o que eu não queria ver.
- NÃO! – corri para meu lobo Jake que estava todo ensanguentado jogado na sala.
- Nes... sie... o veneno dos..... vam... piros está fazendo... efeito... e eu vou morrer... eu só quero que saiba que eu... te... – ele fechou os olhos.
- NÃO! JAKE NÃO! JAKE ME RESPONDA! JAKE! – lagrimas começaram a cair dos meus olhos. O meu Jake não poderia ter morrido – MEUS PAIS!
Lembrei deles e fui em direção ao seu quarto.
Lá estavam eles e todos os da minha família. Carlisle foi o que menos judiaram, só estava sem cabeça. Meu pai e minha mãe eles separam brutalmente, os dois estavam sem todos os membros. Meus tios e Esme estavam sem um braço e a cabeça.
- Eles se regeneram! – lembrei, mais a única coisa que eles não resistiriam seria fogo.
Neste momento a casa começou a pegar fogo. Fui em direção e ainda deu tempo de ver as caras dos piores vampiros do mundo.
Aro, Caius e Marcus.

Acordei chorando muito. Não gostei de ver todos que eu amo mortos, ainda mais mortos pelos Volturi.
Nem tinha percebido os braços gelados que me seguravam para eu não cair. Meu pai nunca me abandonou em uma hora assim.
- Calma filha. Eu estou aqui.
Minha mãe veio até nós e nos abraçou.
- Razões da minha existência. – ela deu um beijo na minha testa e um selinho do meu pai.
- Posso dizer o mesmo. – respondeu meu pai, e fez o mesmo que minha mãe.
Depois de um tempo nos abraçando eu perguntei ao meu pai:
- Pai isso vai acontecer? Você disse que sempre meus sonhos têm uma chance enorme de acontecer.
- Filha... Isso pode acontecer, mas os Volturi não planejaram vir... – neste momento ele deu um pulo e ficou totalmente parado.
- Amor você está bem? – minha mãe deu um pulo e paro ao seu lado abraçando-o.
- O-os Volturi decidiram... A A-alice acabou d-de ver...
- Não pode ser... – disse minha mãe em um fio de voz, que quase eu não pude ouvir.
- Sim... Daqui a quatro meses.
- É melhor eu avisar a alcatéia, já que o Jake está envolvido. – disse secando as lagrimas.
- O.K., mais toma cuidado Nessie. – disse mamãe me dando m beijo na bochecha.
- O.K.
Eles saíram do meu e eu me arrumei. (Roupa)
Fui até a casa do meu avô e não me importei em dar bom dia, boa tarde ou boa noite. Fui até a garagem e peguei minha moto.  Coloquei a chave na ignição e pisei fundo no acelerador.
(moto da nessie Obs.: SEM A MULHER >:[ )
Amo velocidade, então a moto já estava a 150 por hora, e por isso – mais rápido ainda - cheguei rápido para La Push.
Quanto cheguei a frente à oficina dei uma virada na moto que ela derrapou e parou de lado e eu em pé. (n/A: tipo a parada do Jake quando ele vai ‘salvar’ a Bella, porque ela bateu a cabeça, OU SEJA no lua nova)
- Uou! Parada legal Nessie!
- Valeu Collin! Cadê o Jake?
- Na casa do Sam, com o Liipe, o João e o Lucas. Ah! E óbvio a Emily.
- Huas. O.K., valeu. Ah depois eu te ensino a parada! Tchau!
- Tchau Ness!
Peguei minha moto e fui para a casa de Sam a 100 por hora, nem precisa  falar que foi em 2 minutos que cheguei lá né? Bom.
Dei a mesma parada lá também.
- UOU! Que parada maneira Nessie! – disse o Felipe - Me ensina?
- Depois Fê!
- Eu não sou a Fernanda!
- Mas seu nome começa com Fe também.
- Verdade verdadeira.
- Haushaushauhsuasuahsu! – comecei a rir.
- Oi Nessie! – disse Emily assim que entrei.
- Oi Emily! – dei um abraço nela – Eu me esqueci de perguntar... Quanto tempo? – apontei para sua barriga.
- Quatro meses.
“Ainda bem!” Pensei. “Esperai! Se o bebê da Emily nascer com 8 meses ele pode estar em risco!”
Minha briguinha interna me deixou olhando para a barriga da Emily por alguns  segundos, mas acho que ninguém percebeu.
- O parto ta previsto pra quando?
- Para 9 meses.
- Ótimo! Assim ele vai ser mais forte dos que os irmãos! – disse passando a mão na barriga de Emily.
- Ei! – ouvi o coro dos 3 irmãos.
- Huahsuashuahs! – ri, mas logo mudei o meu humor porque senti o cheiro do meu Jake no ambiente.
Virei para ele e perguntei – séria -:
- Jake posso falar com você?
- Claro Ness! – disse ele com um sorriso de deixar minhas pernas bambas.
Fomos para fora e comecei:
- Eu sei que isso não vai deixar você feliz, mas como você esta no meio...
- O que foi Ness... – disse ele chegando mais perto de mim e passando a mão em meu rosto.
- Bem... Eu não sei como te falar...
- Falando é a melhor opção. – só o Jake pra fazer piadinhas em um momento de tensão.
- Tá eu vou começar. – peguei ar e falei – Os Volturi vão chegar daqui a 4 meses.